Domingo, Novembro 08, 2009

Ora toma lá!!!!

Ontem um amigo meu garantia-me que o Presidente da Câmara tinha inaugurado o Parque de Estacionamento no dia da cidade. Ora toma lá as imagens que fiz hoje de manhã. Depois dedico-me à pesca mas agora chupa com isto.

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Sábado, Novembro 07, 2009

Nem as freiras escapam.

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Sexta-feira, Novembro 06, 2009

Vara-nos quém???

Por muito estranho que vos possa parecer, esta história da corrupção começa exactamente onde devia acabar, nos tribunais. Senão vejamos: como é possível aos jornais saber que os telefonemas do primeiro ministro feitos a amigos indiciados por crimes se isso não estiver no âmbito de um processo de averiguações judiciais? Ora então para os jornais saberem têm que pagar, têm que corromper alguém lá de dentro. Mas pagar a quem? Só pode ser a quem saiba dos meandros desses processos. Então estamos a receber informações de quem deveria ser punido por ser corrupto. É que eu sempre ouvi dizer que tão corrupto é quem corrompe como quem é corrompido.

Quarta-feira, Novembro 04, 2009

O melhor do nosso Algarve

Terça-feira, Novembro 03, 2009

Assim , Sim!!!


Presumo que não tenha sido por quaisquer das minhas criticas, elas vêm já de há longa data e nunca surtiram efeito, mas a oposição tem uma melhoria significativa. Aprás-me verificar que Nuno Marques também sabe fazer oposição duma forma criticamente inteligente, muito mais objectiva e que lhe servirá os propósitos no caso de querer insistir numa candidatura. Assim consegue lá chegar. Lembro-me que o meu avô dizia que de pequenino é que se torce o pepino.


Senão vejamos:

"Pessoalmente, fico contente pelo Tribunal ter confirmado a inocência dos vereadores eleitos pelo PSD.
Mas teria ficado ainda muito mais satisfeito se ninguém tivesse sido condenado.
É péssimo para a imagem de qualquer município vermos os nomes dos seus autarcas envolvidos em ilegalidades e condenações.
Gostava que casos como este não se repetissem e que Lagos fosse notícia por coisas boas e não por factos desagradáveis, como este."

Há anuncios que vale a pena ver.

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Segunda-feira, Novembro 02, 2009

Nu Artistico.

Nas deambulações nocturnas achei isto e gostei, assim partilho-a.

O meu amigo americano.

Todos nós temos um amigo doutra nacionalidade, pode até ser aqui um nosso vizinho, um espanhol, mas ter, temos. Eu por acaso tenho vários. Tenho a Marit, uma sueca gira que pinta uns quadro, nasceu rica e não sabe se quer trabalhar ou não, aos cinquenta anos ainda não decidiu. Tenho o Peter, um professor de golfe que também pinta mas que vejo muito pouco. Tenho o Marlon uma canadiano cheio de azar, nasceu pobre e vendia carros usados em Toronto, um dia disseram-lhe que a família era de Portugal e ele decidiu gastar 10.000 dollars numa viagem às origens, foi o que fez de melhor porque lhe abriu as portas a uma fortuna que nem ele sabe onde começa nem onde acaba, vive actualmente em Poiares numa das variadíssimas casas que herdou dum avô que nunca conheceu. Mas tenho um amigo muito especial, o Mário é o meu "amigo americano", gente fixe, divertido e muito recto nas ideias, tem uma editora no Maine e publica livros de pouco sucesso. Imaginem, fizemos amizade porque lhe enviei há muitos anos um pedido para me enviar um livro editado por ele, daí surgiu uma amizade. Boa. Como parece estar na moda falar das escritas de autores celebres, lembrei-me do que ele me contou acerca da Nora Roberts. Diz ele, de peito feito a quem o quiser desmentir que ela tem uma equipa de escritores que escrevem por ela diariamente. Diz também que há quem esmiúce os seus livros à procura de indícios disso. E eu pergunto para quê? Independentemente de ser ela ou não quem escreve, independentemente de ser uma boa escrita ou não é a rainha estantes dos livreiros e dá de ganhar a muita gente. Mas será que vale a pena esmiuçar a qualidade de quem escreve, ou será que não basta dar a importância que cada autor merece? Ser, ou não ser lido?


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Uma nota:
Agradeço o interesse que algumas pessoas têm demonstrada em saber a minha opinião sobre o resultado das eleições e sobre a "estrondosa" derrota de Nuno Marques. Preparei-me para dissertar sobre o assunto. Consultei estatísticas, fui ver os resultados mesa a mesa, falei com muita gente. Não não queria dizer nada que pudesse ser contestado. Depois fui tentar saber a opinião do derrotado e como não lhe quis telefonar fui ao blog e li nas linhas e entrelinhas. Ainda bem que o fiz. Decidi não escrever absolutamente nada acerca desse assunto. Assim peço desculpa a quem me pediu para o fazer e reporto todos para os textos que por aqui proliferam onde eu antevi a derrota, sendo que nalguns casos fui bem explicito na possibilidade da derrota ser por números expressivos.

Uma explicação.

A intervensão anónima nos blogs é prática corrente e recorrente, eu recuso-a sistematicamente, apesar de já a ter usado de uma forma descomprometida e sem intuito de me esconder para assim poder ofender alguém. Recentemente, porque estava num computador que não era o meu, usei o anonimato para corrigir uma pessoa que tinha escrito mal o nome dum expoente da nossa literatura. Fui criticado pela forma anónima, mas subjacente à critica pareceu-me estar uma reprimenda que não aceito. Não dei importância ao que escrevi e portanto não me lembro exactamente dos termos que usei, sei que os usaria se estivesse no meu computador quando escrevi, não fui ofensivo nem pretendi ser, fui irónico, isso sim. Na escola fomos martelados com o Eça ao ponto de eu durante mais de trinta anos não lhe ter voltado a por os olhos em cima, por isso achei estranho que uma pessoa com uma cultura evidente e demonstrada pudesse enganar-se na forma de escrever aquele nome. Eça e não Essa. Há dias assim, nada corre bem. Mas era tão evidente que julguei mesmo que fosse um dia "não". Afinal foi mesmo descuido Lembro-me que um dos exames que fiz foi uma dissertação sobre “A cidades e as serras”, uma das últimas obras de Eça de Queiroz ( ou Queirós a minha avó dizia que o nome dele se escrevia com z, eu não sei, não adoptei esse apelido) e que ainda hoje perdura na minha memória. Na altura eu limitei-me a ler e a transcrever as passagens que mais me impressionaram não tendo tido o cuidado de aprofundar e interpretar. Quantas vezes não nos vem ao pensamento que se em jovens déssemos valor às leituras, como hoje, as “coisas” seriam diferentes nas nossas vidas. Finalizando, penso que a minha intervenção correctiva no Blog Claustrofobias, num dos comentários, não terá sido de modo algum ofensiva, se o foi, paciência, mas principalmente apresento o meu pedido de desculpas.

Domingo, Novembro 01, 2009

A lamentável forma como se gasta o dinheiro dos contribuintes!

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Impressionante!!!!